19 ABR 2014 Tarde de peleia na Segundona Vinícius Conrad

Na abertura da terceira rodada do returno, Ypiranga virou sobre o Marau no Colosso. (Foto: Divulgação/Ypiranga)

Em três jogos realizados neste “sábado de aleluia” não teremos como levantar as mãos ao céu para comemorar a primeira vitória do Riopardense na competição. Mesmo jogando contra o Canoas, a briga de facão foi melhor para o visitante que virou o marcador. Nos outros dois duelos, vitória do Ypiranga e do Riograndense. Confira um relato sobre cada um dos confrontos:

JEAN E JEAN ACORDAM O YPIRANGA NO COLOSSO
O Ypiranga devia estar babando no pelego, tirando uma sesta pós-almoço de sábado enquanto o Marau já estava alerta. Com menos de um minuto de bola rolando, Anderson cruzou na cabeça de Adilson, solito na área para abrir o placar. O cagaço só serviu pra acordar o time de Erechim, que tomou conta do jogo e fez o goleiro William suar a gabardina de tanto pular para defender as finalizações de Juninho Tardelli e companhia. Mesmo assim, tanto o Ypiranga insistiu que virou com dois gols de Jeans: Coral aos seis e Paulo aos 42. O segundo tempo teve menos pressão dos canários e pedido de pênalti marauense, ignorado pelo árbitro Tiago Rodrigues, que tomou peitaços e ouviu desfeitas até o apito final. Ypiranga 2 x 1 Marau, com o time de Erechim chegando a seis pontos, enquanto o Marau para nos quatro.

O PEIXE MORREU PELA BOCA
Na semana em que o peixe foi a refeição dos viventes, o Riopardense parecia que ia conquistar um grande feito. Ainda sem nenhuma vitória na Segundona, tinha o Canoas como adversário que vinha da primeira vitória na competição. Era justo que fosse a vez do anfitrião da partida. Para dificultar ainda mais a situação do time da casa, teve troca de treinador e três importantes jogadores pularam da barca. Só que, contrariando as estatísticas e análises futebolísticas teve gol logo aos cinco minutos da etapa inicial. E não foi qualquer porqueira. O capitão Paré soltou-lhê o pé e mandou a peronha na casa da coruja levantando os presentes no estádio.

O Canoas, que recentemente encontrou o gosto da vitória, não se entregou. As nove minutos assustou o Peixe. E aos 14 minutos da etapa inicial igualou o placar com gol marcado por Michel. E num lá e cá desgraçado, novamente aos 14 minutos, só que da etapa complementar, Liniker virou a partida garantindo mais três pontos. Teve expulsões, teve reclamações por parte dos atletas derrotados e imprensa da cidade. Não faltaram ingredientes para o jogo. Inclusive, por pouco não “acabaram com a festa”. O juiz cogitou expulsar o DISCOTECA. Vê se pode uma coisas dessas. Com a vitória o Canoas foi para seis pontos, já o Riopardense segue sem pontuar no segundo turno.

RIOGRANDENSE VENCE A PRIMEIRA NO RETURNO
O Estádio dos Plátanos foi palco do duelo entre Santa Cruz e Riograndense. Os dois time buscavam recuperação na tabela, o Galo era apenas os sexto com um ponto, já o Gandense era o lanterna sem ponto algum no grupo B.

O jogo mal começou e os visitantes já pularam na frente. Aos quatro minutos o Periquito trabalhou bem a bola que sobrou para Cléberson. Ele chutou no canto esquerdo, sem chances para o goleiro da casa, 1 a 0. O Carijó tentava reagir, mas pecava na falta de articulação no meio campo, enquanto o time de Santa Maria jogava nos contra-ataques. No segundo tempo o Galo Carijó partiu com tudo pra buscar o empate fazendo com que o goleiro Romário trabalhasse bastante. No finalzinho os ferroviários fizeram o segundo. Zezinho em velocidade invadiu a área e rolou para Júnior que só tocou pro fundo das redes, mandando a torcida da casa ir embora mais cedo.

Com a vitória o Riograndense foi para três pontos no grupo B enquanto o Santa Cruz ficou com um ponto apenas.

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